Autonomia e identidade da Polícia Penal
Defender a autonomia administrativa e financeira da Polícia Penal do DF, com carreira própria, plano de cargos justo e reconhecimento pleno da categoria como polícia.

Quem cuida da segurança precisa ser cuidado. Estrutura, autonomia e respeito para quem está na linha de frente.
O problema
O Distrito Federal convive com o crime organizado agindo de dentro para fora das unidades prisionais, enquanto os profissionais que seguram essa linha trabalham com pouco efetivo, estrutura precária e sem reconhecimento. Sem valorizar quem enfrenta o crime todos os dias, nenhuma política de segurança se sustenta.
O que eu vou fazer
Defender a autonomia administrativa e financeira da Polícia Penal do DF, com carreira própria, plano de cargos justo e reconhecimento pleno da categoria como polícia.
Cobrar novos concursos e recomposição de efetivo para acabar com o excesso de jornada e o risco causado pela falta de agentes nas unidades.
Investimento em armamento, viaturas, coletes, tecnologia de escolta e reforma das unidades, incluindo a modernização da gestão da Papuda.
Programa permanente de apoio psicológico e psiquiátrico para policiais e familiares, com acompanhamento preventivo e sem estigma.
Fortalecer setores de inteligência prisional, bloqueio de sinal, revistas tecnológicas e integração de dados entre as forças de segurança.
Ampliar e fiscalizar de verdade o monitoramento eletrônico, com resposta rápida a rompimentos de tornozeleira.
Expandir trabalho produtivo e educação nas unidades, reduzindo reincidência e custo para o cidadão.
Resultado esperado